a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  terça-feira, 8 de novembro de 2011
Sobre quando o conflito é o do outro

Qual é o preço que a gente paga quando decide entrar no conflito do outro? Acho que é o fato de não poder fazer nada a respeito, a não ser esperar. Mas esperar o quê, eu me pergunto. Não há o que esperar. Quando não há o que esperar, o melhor a se fazer é seguir, seguir com uma vida que de monótona não tem nada.

Pois é. Acho que, pela primeira, vez espero sem esperar. Isso é possível ou é contraditório? Acredito que é justamente pelo fato de ser contraditório que é possível. As melhores coisas que acontecem são sem querer, sem esperar, sem roer as unhas. Elas simplesmente se dão. Elas se dão para a gente vivê-las, e cabe a cada um aproveitar ou deixar pra lá, deixar pra lá por medo, por cautela, por falta de tempo ou energia.

Energia sim. É que custa um pouco da gente aceitar aquilo que se dá. Custa também um certo movimento. Cada coisa que acontece exige que a gente se movimente em torno dela. A gente pode se movimentar para fazer dela uma parte da nossa vida ou não. Mas o fato de ela ter se dado em algum momento, ter acontecido por algum tempo, se nos causou confusão, se nos tirou o sono, se nos fez questionar, isso implica que a gente se movimentou em torno dela.

Quando uma coisa se dá, independente se ela gera ou não conflito, a gente se posiciona. Às vezes, o nome dessa posição é recuo. E eu não acho isso ruim. Desde que tenha nome e desde que seja assumida, nenhuma posição pode ser questionada. Especialmente quando o conflito é o do outro.

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