a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Sobre meu tipo de calor

Desde criança, adoro essa época do ano. Não sei se é a proximidade do aniversário, se é porque eu sou mesmo uma pessoa do calor, ou se é o fim do ano chegando, mas adoro esse clima. E quando eu falo em clima, falo de uma coisa que tá para além da quantidade de sol ou chuva que se espera para cada época do ano. Falo de uma coisa que parece que muda no ar.

Quando eu era pequena, uma sensação que eu adorava era tomar banho sem sentir frio antes e depois. Eu gostava quando eu ia tomar banho de manhã, antes de ir para escola, e dava para escancarar a janela do banheiro. Gostava de erguer a cabeça e ver enquadrado, pela moldura da janela, o céu muito azul, sem nuvens ou só com aquelas que parecem que foram pintadas por um pincel um pouco relapso. Como uma pincelada mesmo, sabem como? Sempre gostei desse tipo de céu.

É como se esse fosse um clima em que todo o barulho por trás dele, o barulho dos carros, da construção do terreno em frente, dos vizinhos chamando os filhos de retardados, fosse abafado por um ruído do dia. Um ruído que de tão sutil sobrepõe-se sobre todos os outros. E aí, a gente consegue escutar os passarinhos antes de escutar os carros que passam rápido demais na rua.

Nesse mesmo clima, outra coisa que muda é o cheiro. Lembro que quando eu morava em Maringá, toda vez que ia chover eu sabia por causa de um cheiro que as pessoas de lá diziam não sentir. É cheiro de flor sufocada pelo ar abafado que faz com que a gente também sinta um certo cansaço. Flor sufocada que libera perfume e que no jardim da minha mãe tem um cheiro muito bom. Adoro chegar em casa à noite, depois do trabalho, e sentir esse cheiro assim que abro a porta do carro. É que ainda tá quente mas nem tanto, agradável, para fazer coisa que não seja se enfiar embaixo das cobertas para fugir do frio.

É, eu não gosto de frio. Eu acho o frio sofrido e o calor, em compensação, me faz pensar em varanda, me faz pensar no lado de fora do bar, em um suco gostoso e bem gelado. Me faz pensar em horas e horas fazendo nada do lado de fora, numa sombra em que bate vento. Esse é meu tipo de calor, e é por isso que eu adoro quando ele aparece pela primeira vez no ano.

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  quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Sobre presentes

Dias atrás passei por uma situação que me fez pensar em algumas coisas que não têm diretamente a ver com o que eu resolvi escrever hoje mas, de alguma forma, se parecem. Na tal situação que eu tive que resolver, alguém me disse "você não pode pedir de volta alguma coisa que você deu".

Essa frase ficou ecoando por vários dias (e talvez o objetivo desse dito tenha sido esse mesmo). É porque é muito difícil, depois que a gente entrega algo, manter essa decisão. Freud tem um texto em que ele fala que um verdadeiro presente só é dado se você se sente penalizado em entregá-lo, ou seja, um bom presente é aquele que a gente não quer dar.

Sempre aproveito minhas viagens para pensar na vida. Quando ando a pé por aí, quando poderia pegar um ônibus e fazer tudo mais rápido, faço pelo mesmo motivo. Nesses momentos aparecem coisas que normalmente me causam a ponto de eu vir escrever aqui.

Ano passado, passei por uns momentos difíceis que tinham a ver com uma coisa que eu chamei de troco. O que eu pensei ser troco era o que sobrava de um sentimento que não poderia ser correspondido da mesma forma. Mas eu tava muito enganada. Porque não há troco. Antes houvesse. Quando você dá alguma coisa de seu para uma pessoa, mesmo que o que ela tenha a oferecer a você seja menos, não sobra nada. Ela pode ficar com aquilo que você ofereceu, ou não, mas a gente não pode nem pedir o troco e muito menos pedir de volta.

E claro que eu tô falando de amor, claro que eu tô falando de alguma coisa que a gente investe quando gosta de alguém. Qualquer alguém. Veja, tem uma frase do Pequeno Príncipe que é muito conhecida de a gente se tornar responsável por aquilo que cativa. Só que, por mais que eu goste dos conselhos do Pequeno Príncipe, quanto mais o tempo passa, menos essa frase me faz sentido. Não que eu acredite que seja válido as pessoas não se importarem com alguém que cativaram. Mas é que pode ser que elas não tivessem a menor intenção de nos cativar.

Acho que isso de colocar a responsabilidade no outro tira um pouco da nossa responsabilidade com uma coisa que precisa ser cativada antes de tudo. Isso vai soar auto-ajuda e lugar comum, mas tô falando do fato de a gente se cativar, sabe como? De você saber que é alguém cativante, e não apenas 'cativável' (não sei se existe essa palavra, por isso as aspas). Quando a gente só é 'cativável' fica sempre nas mãos dos outros. Só que o problema é que não tem muito como escapar disso, por essas e outras que auto-ajuda não funciona.

Mas o que eu tô querendo dizer com toda essa enrolação é que quando a gente gosta de alguém e essa pessoa deixa de gostar da gente, ou não gosta de volta, não tem como pegar esse 'gostar', ou esse 'amar', ou esse 'apaixonar' de volta. É presente. E você deu porque queria um igual para você. Não queria se desfazer. Mas se desfez e entregou nas mãos de outra pessoa. E nunca vai conseguir ter de novo isso que foi perdido.

Por isso que, quando acontece alguma coisa assim, é tão ruim e a gente se sente tão pobre. Pobre do sentimento que entregou numa caixa bem linda com um laço de fita por cima. E aí, o que resta é começar a construir a partir de um lugar que para mim é um grande mistério, um novo sentimento. Um novo sentimento que só pode ser entregue para outra pessoa se for reconstruído. Nunca se for tomado ou realocado de alguém para outro alguém. Essa construção leva tempo. E esse tempo se chama luto.

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  terça-feira, 27 de setembro de 2011
Sobre voltar

Nessa semana encontrei uma amiga que não via há algum tempo e ela disse que vem acompanhando a minha vida por aqui. Segundo ela, dá para saber quando eu tô bem e quando eu não tô tão bem assim, de acordo com o que eu escrevo.

Fiquei pensando nisso. Sobre estar e não estar bem. E cheguei à conclusão que, apesar de um ou outro texto um pouco melancólico, há muito tempo estou bem. Bem no sentido amplo, aquele que faz a gente trabalhar, ver os amigos, ter vontade de sair, de ir ao cinema, de tomar uma cerveja. Sim, faz um bom tempo que eu estou muito bem.

Nos últimos tempos andei tomando decisões importantes, como a de voltar a morar em Guarapuava até passar no doutorado, e aí, só Deus sabe para onde eu vou mudar. Isso de voltar é difícil pra mim. Muito. Porque eu gosto muito de morar em Curitiba. Ontem, atravessando a Santos Andrade, me dei conta do quanto. E decidi sair caminhando por aí, fazer tudo o que eu tinha pra fazer a pé, um jeito de lembrar bem de todas as ruas, dos bairros que eu gosto.

Ano passado, nessa época, eu comecei a escrever a dissertação. Semana que vem, vou começar a escrever o terceiro e último capítulo, isso se a Nossa Senhora da Não-Procrastinação me ajudar. Tenho uma impressão esquisita com o mestrado terminando, não faz muito sentido. Parecia que eu ia ficar pra sempre fazendo isso. Soa meio maluco, eu sei, mas eu não queria que terminasse.

O mestrado e esse tempo em Curitiba foram coisas muito boas. Cheguei a pensar que aqui era meu lugar. É difícil começar a me despedir do que foi bom. Tô começando a minha despedida, tô começando a pensar em caminhão de mudança, tô começando a pensar em arranjar caixas para colocar minha vida itinerante dentro e voltar para onde eu sempre acabo voltando.

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  quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Sobre Uma Duas

Há uns dias eu terminei de ler "Uma Duas", da Eliane Brum. Não era o que eu esperava, ainda que eu não soubesse bem o que eu esperava. Eu sabia que era um livro sobre a história de uma mãe que, já idosa, precisa dos cuidados da filha. Ou sobre uma filha que, diante da mãe já idosa, se vê da necessidade que ela tem de ser cuidada? Não sei dizer, mas acho que isso é pouco importante, porque o tempo todo, o livro faz a gente se deparar com a continuidade entre uma e outra, entre mãe a filha.

Essa coisa de mãe e filha é complicada. Anos atrás, li Uma morte muito suave, um romance autobiográfico da Simone de Beauvoir que retrata os últimos meses de vida da mãe dela. Uma mãe com quem ela viveu um relacionamento muito complicado, cheio de conflito, de decepções, de cobranças, de expectativas. Mas também de orgulho.

Minha mãe sempre diz que não teria servido para ser mãe de meninos. Ela teve três filhas e eu presencio e vivencio o quanto a relação com cada uma, de alguma forma, é como a Eliane descreve. Uma relação que, antes de tudo, é de extensão, em que fica difícil a gente se descolar e saber o que é seu, o que é dela, o que você pegou dela porque quis (se é que há essa possibilidade), e o que você pegou dela porque a odiava.

Acho que nesse sentido, ser mãe de meninos deve ser mais fácil do que ser mãe de meninas. Falo como filha, e tenho minhas dúvidas se um dia vou falar de um outro lugar. Pensei em escolher alguns trechos do livro para colocar aqui, mas acho que isso estragaria a surpresa de quem se interessar e resolver ler. Digo surpresa porque é assim que a gente se sente. Pego de surpresa, tão surpreendente é ver alguém capaz de falar de uma relação que tão de conflituosa, que de tão misturada, que de tão dissolvidas que se encontram as personagens uma na outra a gente se confunde.

Em alguns momentos, você pode pensar até mesmo que aquela é uma relação estranha. Cheia de exageros. Não se engane. Se você for filha, se você for mãe, se você for as duas, uma, duas, você vai se deparar com memórias, com sentimentos que vêm de dentro e denunciam que, mesmo que não através de formas tão reais, aterradoras de tão reais, uma mãe e uma filha constituem-se numa relação que nunca será livre de uma ambivalência muito mais denunciada que entre mãe a filho. Às vezes, a gente cresce e deixa que a vida resolva isso, dê seu curso, bem ou mal. Mas outras, a dificuldade/impossibilidade de se separar, nos deixa marcas como se para cada uma se arrancar de si, foi necessário um corte profundo, um corte à faca.

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  terça-feira, 20 de setembro de 2011
Sobre marcas

Coloquei meu travesseiro na cama e vi uma mancha de rímel. Estranhei. Fiquei me perguntando como ela foi parar ali. Eu, que tiro maquiagem antes de dormir, não importa quão bêbada, nem quão cansada, desde que eu ouvi que os cílios caem quando a gente não tira a maquiagem e que cílios que caem nunca voltam a crescer. E eu não tenho cílios sobrando.

A mancha de rímel na fronha do meu travesseiro é testemunha de posição fetal. É uma das marcas de um choro de soluço e dor, da necessidade de se abraçar. Não consigo lembrar qual foi a última vez que eu chorei em cima do meu travesseiro e por isso não sei dizer de quando é essa mancha de rímel que deixei nele. O que eu sei é que essa é uma boa notícia.

Pior seria, penso eu, lembrar de cada dia, de cada lágrima, de cada prostração. Ainda que minha veia dramática tenha dessas tendências, eu juro que tento escapar desse espetáculo de quinta categoria do qual, às vezes, faço a minha vida. Acabei de terminar o "Uma Duas", da Eliane Brum e fiquei assustada com a possibilidade de escrever visceralmente que ela tem. Uma coisa que sigo tentando ter.

Quero escrever sobre o livro, um livro que não é bonito e que não é feio, mas que é de uma realidade indizível. Por hoje, eu só levantei da cama, para onde eu já tinha ido numa tentativa inútil de dormir, para escrever essas palavras e para me lembrar de que é importante deixar registrado que eu não lembro quando foi que deixei aquela marca em meu travesseiro.

Pode parecer bobagem. Mas não é para os que choram. Nem para os que se ressentem de chorar porque sabem que quando choram não conseguem dizer, e que dizer faz toda a diferença. Mesmo que aquilo que há de mais verdadeiro esteja além dessa tentativa puramente humana de dar sentido pelas palavras. Impossível dar um sentido pelas palavras àquilo que nos fere ou acalenta pelas marcas que deixa. E não falo mais de marcas de rímel no travesseiro.

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  segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Sobre drama onde não tem

Uma palavra me descreve: dramática. Esses dias ouvi que até meus sonhos são dramáticos, e olha, é verdade. Mas meus sonhos tem um drama diferente, um drama tão palpável, tão cotidiano, que poderiam estar em um filme de Almodóvar, olha a presunção.

Pois bem, numa dessas crises intensas de drama, acusei minha vida de monótona. Ousei, inclusive, dizer que no último ano e meio eu não havia seguido com ela. Como se as coisas que me cercam realmente estivessem no mesmo pé. E que mentira, algumas pessoas me lembraram. E enumeraram quantas coisas que fiz nesse tempo. E quantas coisas estão encaminhadas para acontecerem logo, ano que vem, se tudo der certo (quer dizer, se eu passar no doutorado).

Então, apesar eu reclamar por esporte, sim, eu sei que as coisas andam dando muito certo, e acho até feio me queixar porque nem sempre elas acontecem assim sem a gente fazer muito esforço. Mas, pensando bem, se eu digo que é "sem fazer muito esforço" eu também estou desvalorizando meus últimos 3 anos e tudo o que eu fiz e que ainda faço para que a minha vida comece (como se ela já não tivesse começado, vejam bem como eu tenho esse hábito de diminuir meus ganhos).

Sim, a vida começou. Durante um tempo, acho que o tempo que eu levei mais na estrada do que em lugar propriamente, eu tive a sensação de que ela esteve em stand by. Definição que anos atrás uma amiga me deu e que serviu. Era como se nada pudesse começar efetivamente enquanto eu corresse de um lado para o outro - e vejam, esse correr de um lado para o outro é literal. Mas pensando em tudo, essa condição já acabou faz tempo. E vou contar uma coisa que eu descobri esses dias atrás: é muito bom colher as coisas boas depois de cansaço, de sacrifício, de desgaste emocional, físico e financeiro. Dá uma impressão boa. Impressão de obsessivo, que pode riscar uma coisa do caderninho.

Então, não é que eu seja insatisfeita (imagina, eu?), mas eu tenho um pedido a fazer pro cosmos: eu quero que a minha vida afetiva volte a ser tão agitada quanto a vida profissional. Se isso for pedir muito, eu quero que tenha pelo menos um terço da agitação. Dizem os mensageiros da luz - hahaha - que a gente tem que tomar cuidado com o que pede. Mas é isso daí mesmo que eu quero: sair do tédio, nem que seja pra sofrer mais um pouquinho com amores não correspondidos.

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  sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Sobre seguir vivendo

Talvez pela segunda vez desde que comecei a escrever aqui no blog, deletei um post assim que o puliquei. É que a gente precisa saber a hora de se calar, característica cada vez mais rara nas pessoas que realmente acreditam que tudo o que elas pensam e sentem é digno de ser falado. Eu não sei se o que eu tinha escrito chegaria ao lugar destinatário, mas existem chances de que sim e não seria bom. E vou explicar porquê.

Sempre que a gente diz alguma coisa, diz com algum objetivo. As coisas não são ditas a esmo e elas costumam ter audiência. Quando eu escrevia no livejournal, alguns dos meus posts ficavam invisíveis. Eu queria escrever, mas não queria que ninguém lesse e por isso escrevia para mim. O post cumpria o papel de eu ver traduzidas as palavras, de vê-las articuladas, fazendo o tal do sentido que todos nós insistimos em buscar.

Com o tempo eu aprendi que existem palavras valiosas que ficam melhores se guardadas ou divididas no lugar certo. Do divã às mensagens para as amigas. O que não pode, o que é muito, muito feio é tentar colocar um obstáculo à tentativa legítima dos outros de seguir vivendo.

Nos últimos tempos tenho sido confrontada com algumas coisas: a minha dificuldade em começar lutos e a minha dificuldade em deixar ir. Seriam da mesma ordem essas duas coisas? Acho que sim. Por essas e outras que eu deveria tatuar "Let go" nas costas da mão. Como quando a gente marca um asterisco ali para lembrar de não esquecer. Preciso lembrar de não esquecer isso: é preciso deixar para lá.

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