a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  segunda-feira, 2 de maio de 2011
Sobre falta de educação

Às vezes algumas coisas bizarras acontecem comigo, mas elas são tão bizarras que fazem com que qualquer espaço destinado para a chateação seja substituído pela surpresa. Pela genuína surpresa a cada nova conclusão, a cada nova experiência do quanto algumas pessoas não têm noção de boa convivência, sabe aquela coisa que a gente traz de berço? Então, quedê-lhe o berço, gente?

Estava vindo de Guarapuava para Curitiba dias atrás. Entro no ônibus e sento na minha poltrona e espero a pessoa que sentaria ao meu lado chegar antes de pegar meu cobertor, colocar o cinto, essas coisas. É que eu demorei a comprar a passagem e tive que sentar no corredor. Pois bem, chegou a senhora que viajaria comigo, levantei e deixei ela sentar. É assim que se faz, pessoal, é bem mais delicado do que fazer a pessoa ter que se pendurar no encosto da poltrona da frente para não cair sentada no seu colo. É uma dica valiosa, pra vida mesmo.

Aí, entrou uma família, criança, mãe da criança e avós. O avô sentou na poltrona bem ao meu lado e não conseguia fazer o encosto da poltrona abaixar. Ele não tava percebendo que era uma alavanca e não um botão. Eu, gentilmente, falo para ele, "você precisa puxar aqui, ó", e indico onde ele deveria puxar. Gente, ele fez, sabe? Ele finalmente conseguiu abaixar a poltrona dele e não teria que viajar por quatro horas em posição vertical. E ele nem olhou pra minha cara. Ele não me agradeceu.

Ridícula a história, né? Do que eu tô reclamando? Quanta besteira, eu deveria arrumar o que fazer. Mas é que isso é IMPORTANTE! Dizer obrigada quando alguém faz alguma coisa por você é bacana, estimula a boa convivência, sabe? Arranca pedaço? Não! Olha a novidade. A gente não é educado porque espera reconhecimento alheio, a gente não é educado porque PRECISA de um muito obrigada em troca. A gente é educado porque se isso for se perdendo desse jeito, é ladeira abaixo. Coisa mais feia.

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