a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  domingo, 14 de março de 2010
Sobre o que faz falta

A questão não é se fazer de forte, nem fingir que está tudo bem. A questão é que não dá para viver pensando no que poderia ter sido ou em como era. Quando digo que estou bem, falo a verdade. Quando digo que sinto falta de muita coisa, também é verdade. Essas duas informações, no meu ponto de vista, não são incompatíveis.

Essa semana um paciente disse que o medo dele diz respeito aos fins dos ciclos e que a expressão máxima disso é a morte. Pois bem, difícil encontrar alguém que não tenha medo dos fins dos ciclos, mesmo tendo a certeza da necessidade do fim. Tive medo e durante muito tempo, mas quando consegui impedir que esse medo me dominasse, consegui sentir o alívio que a gente sente quando fez a escolha certa.

Só que ainda assim, as pessoas em volta não conseguem compreender o que passou. Claro que eu preciso de um tempo para me acostumar com o que está começando agora. A despeito do que qualquer um pensa, incluindo pessoas que estão ou que estiveram envolvidas na minha vida, sou eu quem decido quando e como vou recomeçar. E eu não vou permitir que nenhuma dívida emocional se intrometa nisso.

Eu tenho meus momentos de fraqueza. É porque eu sinto saudades do que foi importante. Eu tenho meus momentos de arrependimento. É porque eu sou humana, e por isso sou feita de incertezas. Eu tenho meus momentos de tristeza. É porque meu coração, apesar de mais duro, ainda bate forte. Eu tenho meus momentos de lágrimas. É porque às vezes elas são tudo o que me resta para dizer que caminhos diferentes foram tomados e que isso é bom.

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