a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  segunda-feira, 20 de julho de 2009
Sobre ser querido

Eu acho a palavra querido/querida tão bonita. Quando dita sem falsidade e ironia, é uma das palavras que eu mais gosto de ouvir. É verdade que não a uso com muita frequência, mas quando uso, quer dizer exatamente isso: alguém que quero bem, que me é caro, que tem um valor importante.

Em francês esse sentido de "caro" fica mais claro, porque chéri é querido e cher é caro. O que é caro senão algo com um valor importante? Não monetário, mas emocional, grande o suficiente para doer fundo se algum incidente acontece e espaços se abrem. Como eu odeio isso.

Hoje é dia do amigo e eu recebi algumas mensagens. Muitas delas eu venho recebendo há mais tempo do que gosto de admitir, hahaha, e isso me reconforta, por ter as pessoas na minha vida há tempo o suficiente pra, mesmo tendo mudado o rumo tantas vezes, ainda poder contar com elas.

É tão bom poder mandar um e-mail contando como você tá aflito, como o dia foi foda, e como tudo o que você queria era que um buraco abrisse no chão pra você se esconder. E melhor ainda é receber a resposta certa, aquela de um querido que fala "você sabe que pode contar comigo sempre". Sei, tanto sei como continuo contando.

A cada dia amo mais essas pessoas queridas, meus amores que conseguem fazer com que eu me sinta melhor sem passar a mão na minha cabeça, mas que se fazem presentes, que riem das minhas neuroses, das minhas bobagens, manias de velha e do meu jeito implicante. Que me mostram que tudo isso faz parte de mim, e que eu não preciso achar ruim, mas ao contrário, rir desse meu modo torto e continuar fazendo o melhor que posso.

E rir de si mesmo e de quem é querido, sem maldade, é importante, porque senão, já diria Rodrigo (hahaha), o que resta é chorar. E eu continuo rindo!

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