a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  quarta-feira, 25 de março de 2009
Sobre a frustração

Desde criança eu sou assim: alguém de grandes expectativas. Como tudo nessa vida, há um lado bom e um lado ruim disso. O lado bom é que eu acabo sendo esse tipo de pessoa que sempre espera o melhor. E durante essa espera, penso, sonho, imagino, escolho roupas, enfim, começo a me preparar muito antes das coisas, enquanto espero por elas.

O lado ruim é aquela verdade que todo mundo experimenta cedo ou tarde: quanto maiores as expectativas, maiores as frustrações. Diante disso, não tem muito o que falar, afinal, que palavras descrevem os dias perdidos em que a ansiedade acabou tomando, as noites em que o sono demorou tanto pra chegar? E a viagem que custou a passar? E o investimento emocional? Existe algum ressarcimento? Claro que não.

Tive aquela velha comprovação empírica, ou seja, através de experimentação e observação prática, que todas as pessoas desse mundo são de carne e osso e quando a gente espera que elas não sejam, a decepção é enorme. Soa adolescente isso de ter um ídolo. E é. Mas eu ainda tô crescendo e não quero cobrar muito de mim, afinal, o que eu já cobro é o bastante.

Será que eu consigo mudar a minha atitude em relação às expectativas? Será que eu consigo mudar a forma como me sinto depois da frustração? Não sei. Mas sei que dessa vez, o milho verde no potinho e o suco de maracujá fizeram as vezes do colo de mãe. Um colo que eu tive que me dar.

Bom é ter alguém cuja confiança é incondicional. Alguém para quem se possa dizer o quanto seu coração se partiu. Alguém que fala que você vai sofrer enquanto agir assim, mas que gostaria de estar perto nesse momento, mesmo que não possa, e que é pra você não chorar porque não vale a pena. Acolhimento é palavra que dá conta da frustração.

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