a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Sobre coisas que me deixam tristes

Apesar de já ter ouvido muitas histórias de dramas humanos, e saber que continuarei ouvindo pelo resto da vida, fora do contexto profissional algumas situações me sensibilizam além do que eu gostaria, não porque acho que eu devia ser mais forte, mas porque eu acho que essas situações poderiam acontecer em menor número.

Eu fico triste e me deixo abater facilmente. Outro dia minha irmã me contou que um menino de uma escola daqui aliciava sexualmente a irmã mais nova. Cobrava 1 real dos colegas e eles poderiam fazer o que quisessem com a menina na hora do intervalo. Isso não é triste. Isso é dramático, choca e eu fico sem saber o que falar. Esse tipo de absurdo deixa qualquer um no mínimo triste.

Mas algumas coisas banais também mexem comigo, uma delas aconteceu essa semana. Eu saí de carro e estava chovendo, parei na preferencial da esquina da minha casa e um anão que sempre passa aqui por perto estava atravessando a rua.

Sabe quando você anda na chuva, e a chuva está forte e quando você pisa no chão respinga água na parte de trás da sua calça, na altura das canelas? Eu reparei que à medida que ele andava, a água respingava não nas canelas, mas na bunda. E ele já estava com a calça toda molhada nessa região. E eu sofri em ver isso. Fiquei muito triste.

Eu não sei como é ser um anão, e imagino que molhar a bunda na chuva seja dos males o menor. Mas quase todos os dias acontece uma dessas coisas que me deixa pensando que para algumas pessoas a vida consegue ser ainda mais difícil.

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