a dona desse blog
é de uma teimosia absurda. além de ser psicóloga, é leitora, aspirante à escritora, filha, irmã, tia e amiga, é indecisa por natureza, não sabe fazer planos e deixa sua vida ser dominada por uma ansiedade que ela sempre achou que disfarçava bem. acha que todo dia é ideal pra questionar se suas ações estão certas, se está sendo justa consigo, se faz o que gosta (e por enquanto faz). é uma dessas pessoas que gosta da solidão da própria companhia mas não dispensa uma cervejinha com aquelas pessoas que sabem conversar, de preferência em um boteco bem boteco, porque estes servem as mais geladas.

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  sábado, 21 de fevereiro de 2009
Sobre as histórias das viagens

Essa semana voltei a viajar pra São Paulo.

Resolução para 2009: Ir para São Paulo e conhecer São Paulo. Comecei indo a um cinema na Augusta no mesmo dia que fui comprar eletrônicos na Santa Efigênia. Mas a história é sobre o cinema.

Fui assistir "O casamento de Rachel". Fui sozinha e esse é um dos meus programas favoritos. Quando cheguei o filme estava começando, entrei na sala escura e sentei numa cadeira próxima ao corredor., porque tenho raiva de gente que chega atrasado e ainda fica incomodando quem está sentado. Nunca vi tanta gente aposentada numa mesma sessão de cinema. Quando me acostumei com a escuridão comecei a perceber que só tinha tiozões por perto. Um deles estava quase ao meu lado.

No começo eu pensei que ele tinha trazido um pedaço grande de plástico bolha pra ficar estourando durante a sessão, achei até engraçado. Depois me convenci que ele estava comendo algo. Minhas duas teorias eram erradas. De tempos em tempos ele apertava aquele plástico, mas eu não conseguia ver o que ele fazia. No fim do filme - que por sinal, eu recomendo - eu me decidi que descobriria o que era aquele saco.

Imaginem a minha decepcao: luzes acesas, tiozão se levanta, amassa o plástico completamente vazio. E fica a dúvida, né? Por que ele precisava enfiar as mãos dentro daquele saco e dar uma apertadinha de vez em quando (em que eu não sei). Mas resolvi que prefiro parar de imaginar por aqui.

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